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quarta-feira, 2 de março de 2011

Piiadas toscas

Mineiro super dotado


Um mineirim estava no Rio de Janeiro, andando na praia, pés descalços, sem camisa, aquele calção leve e sem cueca.
Os cariocas que estavam ao redor dele davam risadinhas e
contavam piadas de mineiro.
Então, o mineirim olhou para o mar e não se agüentou: correu a toda velocidade e deu um mergulho.
Quando saiu, o calção de tecido fino estava transparente e
grudado na pele.
Na praia, todos estavam olhando pro tamanho da manguaça
que o mineirim tinha.
Era gigantesco!
Os cariocas nunca tinham visto coisa igual.
As mulheres com um sorriso, os homens roxos de inveja, todos só tinham olhos pro mineirim.
O mineirim, então, percebeu a situação, ficou todo
envergonhado, e gritou:
- Qui qui foi, uai! Vão dizê qui quando ocêis pula nágua fria, o pintim docêis num incóie?


Sem sentido


Caro papai, ontem fez uma bela noite! O Sol brilhava entre as trevas. E eu, sentado em uma pedra de pau, à sombra de uma árvore sem troncos nem galhos, escutava atentamente um mudo falando consigo aos companheiros:

"Prefiro morrer do que perder a vida..."

Ao longe, próximo dali, havia um bosque sem árvores.
Os pássaros saltavam de galho em galho, e os elefantes descansavam à sombra de um pé de couve.
Corri devagar em direcção à minha casa, e entrei pela porta dos fundos que fica na frente.
Como já era cedo, deitei o paletó na cama e me pendurei no cabide, onde, após dormir um bom sono, sonhei que estava acordado.
Aí, dei marcha a ré e rumei para o banheiro, onde me serviram o jantar.
Depois de ter comido o guardanapo, limpei a boca com o bife, olhei para o lado e vi um cego lendo um jornal religioso sem letras, que dizia:
"Os quatro evangelistas são três: Esão e Jacu." 

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