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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
História
O PIONEIRISMO IBÉRICO (PORTUGUÊS E ESPANHOL)
Portugal e Espanha se destacaram nos XV e XVI, por lançarem-se nos oceanos Pacífico, Índico e Atlântico com dois objetivos: descobrir uma nova rota marítima para as Índias e encontrar novas terras. Este período ficou conhecido como a Era das Grandes Navegações e Descobrimentos Marítimos.
Um outro fator, que estimulou as navegações nesta época, era a necessidade dos europeus de conquistarem novas terras. Eles queriam isso para poder obter matérias-primas, metais preciosos e produtos não encontrados na Europa.
Navegar nos séculos XV e XVI era uma tarefa muito arriscada. Era muito comum o medo gerado pela falta de conhecimento e pela imaginação da época. Muitos acreditavam que o mar pudesse ser habitado por monstros, enquanto outros tinham uma visão da terra como algo plano e , portanto, ao navegar para o "fim" a caravela poderia cair num grande abismo.
Um importante feito foi a chegada das caravelas de Cabral ao litoral brasileiro, em abril de 1500. Após fazer um reconhecimento da terra "descoberta", Cabral continuou o percurso em direção às Índias.
Em função destes acontecimentos, Portugal tornou-se a principal potência econômica da época.
NAVEGAÇÕES ESPANHOLAS
A Espanha também se destacou nas conquistas marítimas deste período, tornando-se, ao lado de Portugal, uma grande potência. Enquanto os portugueses navegaram para as Índias contornando a África, os espanhóis optaram por um outro caminho. O genovês Cristovão Colombo, financiado pela Espanha, pretendia chegar às Índias, navegando na direção oeste. Em 1492, as caravelas espanholas partiram rumo ao oriente navegando pelo Oceano Atlântico. Colombo tinha o conhecimento de que nosso planeta era redondo, porém desconhecia a existência do continente americano. Chegou em 12 de outubro de 1492 nas ilhas da América Central, sem saber que tinha atingido um novo continente.
COLONIZAÇÃO IBÉRICA
O primeiro a descobrir as “Índias orientais” foi Cristóvão Colombo em 12 de Outubro de 1492, chegando ao que hoje é conhecida como República Dominicana, onde encontrou nativos e pensou ter chegado à Índia. Dali, ele seguiu para a ilha que apelidou Hispaniola e onde deixou uma pequena colónia que, no ano seguinte, tinha sido dizimada pelos nativos, e então deixou lá uma guarnição bem armada. Estima-se de cerca de 250 mil aruaques existentes naquela ilha, apenas 500 tinham sobrevivido no ano 1550; o grupo foi extinto antes de 1650. O Brasil chegou a ser uma tentativa de colonização dos espanhóis, mas não deu certo, Portugal veio primeiro.
Entretanto, Pedro Álvares Cabral, ainda com a intenção de chegar à Judéia, "descobre" o Brasil, em 1500; a partir de 1534 inicia-se a colonização do Vasco da Gama com a criação das primeiras capitanias.
Em meados do século XVI, o Império Espanhol controlava quase toda a zona costeira das Américas, desde o Alasca à Patagónia, no ocidente, e desde o atual estado estadunidense da Geórgia, toda a América Central e o Caribe à Argentina – com excepção do Brasil, que Portugal tinha conseguido manter graças à mediação do Papa (ver Tratado de Tordesilhas).
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